Psicóloga Clínica · CRP 06/189754 · Pesquisa PUC-SP sobre expatriados brasileiros

Psicóloga para expatriados

Tem uma coisa que só quem viveu fora entende: em algum momento você para de ser totalmente daqui, mas também já não é mais totalmente de lá. Você existe num entre-lugar — e esse entre-lugar tem um peso que nem sempre é fácil de nomear.

Ofereço terapia online em português para brasileiros que vivem fora do Brasil — não é um nicho que escolhi por estratégia, é o resultado de anos acompanhando pessoas nesse processo e de uma pesquisa que fiz pela PUC-SP sobre o que está em jogo na saúde mental de quem vive fora.

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O que aparece no consultório

O que os expatriados mais trazem para a terapia

Cada processo é único, mas ao longo de anos de atendimento e pesquisa com brasileiros no exterior, alguns temas aparecem com muita regularidade:

  • Luto migratório

    A saudade que não é só das pessoas — é dos lugares, dos cheiros, do jeito de ser entendido sem ter que explicar de onde você vem.

  • Identidade e pertencimento

    Não se sentir totalmente de lá nem totalmente daqui. A pergunta "quem eu sou agora?" que aparece de formas que você não esperava.

  • Pressão para dar certo

    O peso de ter saído, de ter apostado, de não querer decepcionar quem ficou — e o que isso faz com você quando as coisas não saem como planejado.

  • Isolamento e rede de apoio

    Construir vínculos do zero num lugar novo é mais difícil do que parece. A solidão que chega mesmo quando você está rodeado de gente.

  • Relacionamentos afetados pela mudança

    Com o parceiro, com a família que ficou, com amigos que seguiram caminhos diferentes. A distância transforma relações de formas que nem sempre conseguimos antecipar.

Base clínica

Uma prática clínica construída com pesquisa

Na minha pesquisa sobre saúde mental de expatriados, entrevistei mais de 40 psicólogos e expatriados brasileiros para entender o que realmente está em jogo na saúde mental de quem vive fora. Um dos achados mais consistentes: o que os expatriados mais precisam num acompanhamento psicológico não é só competência técnica — é um profissional que já conheça o contexto, que não precise de explicações sobre o que é viver entre duas culturas.

É isso que eu trago para o consultório.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre atender um expatriado e qualquer outro paciente?
A experiência de viver fora cria dinâmicas específicas que nem sempre aparecem em outros contextos clínicos: o luto pela vida que ficou para trás, a pressão de "dar certo" num país novo, a sensação de não pertencer totalmente a nenhum lugar. Trabalhar com isso exige familiaridade com esse universo — não apenas técnica clínica geral.
Você atende em qualquer país?
Sim. As sessões são online e não há restrição geográfica. Atendo brasileiros em qualquer parte do mundo, com horários adaptados para diferentes fusos.
Preciso estar em crise para começar a terapia?
Não. Muitas pessoas chegam não porque algo colapsou, mas porque percebem que estão carregando mais do que conseguem processar sozinhas. A terapia funciona tanto para momentos agudos quanto para quem quer entender melhor o que está sentindo.
Como funciona a primeira sessão?
A primeira sessão é uma conversa. Você conta o que está vivendo, eu escuto e faço perguntas para entender melhor o seu momento. Não há nada que você precise preparar — só um espaço com privacidade e conexão estável.

Pronto para começar?

Me chame no WhatsApp. A primeira conversa é sem compromisso — vamos entender juntos se a terapia faz sentido para o seu momento.

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