Psicóloga para expatriados
Tem uma coisa que só quem viveu fora entende: em algum momento você para de ser totalmente daqui, mas também já não é mais totalmente de lá. Você existe num entre-lugar — e esse entre-lugar tem um peso que nem sempre é fácil de nomear.
Ofereço terapia online em português para brasileiros que vivem fora do Brasil — não é um nicho que escolhi por estratégia, é o resultado de anos acompanhando pessoas nesse processo e de uma pesquisa que fiz pela PUC-SP sobre o que está em jogo na saúde mental de quem vive fora.
Agendar conversa no WhatsAppO que os expatriados mais trazem para a terapia
Cada processo é único, mas ao longo de anos de atendimento e pesquisa com brasileiros no exterior, alguns temas aparecem com muita regularidade:
- Luto migratório
A saudade que não é só das pessoas — é dos lugares, dos cheiros, do jeito de ser entendido sem ter que explicar de onde você vem.
- Identidade e pertencimento
Não se sentir totalmente de lá nem totalmente daqui. A pergunta "quem eu sou agora?" que aparece de formas que você não esperava.
- Pressão para dar certo
O peso de ter saído, de ter apostado, de não querer decepcionar quem ficou — e o que isso faz com você quando as coisas não saem como planejado.
- Isolamento e rede de apoio
Construir vínculos do zero num lugar novo é mais difícil do que parece. A solidão que chega mesmo quando você está rodeado de gente.
- Relacionamentos afetados pela mudança
Com o parceiro, com a família que ficou, com amigos que seguiram caminhos diferentes. A distância transforma relações de formas que nem sempre conseguimos antecipar.
Uma prática clínica construída com pesquisa
Na minha pesquisa sobre saúde mental de expatriados, entrevistei mais de 40 psicólogos e expatriados brasileiros para entender o que realmente está em jogo na saúde mental de quem vive fora. Um dos achados mais consistentes: o que os expatriados mais precisam num acompanhamento psicológico não é só competência técnica — é um profissional que já conheça o contexto, que não precise de explicações sobre o que é viver entre duas culturas.
É isso que eu trago para o consultório.
Perguntas frequentes
- Qual a diferença entre atender um expatriado e qualquer outro paciente?
- A experiência de viver fora cria dinâmicas específicas que nem sempre aparecem em outros contextos clínicos: o luto pela vida que ficou para trás, a pressão de "dar certo" num país novo, a sensação de não pertencer totalmente a nenhum lugar. Trabalhar com isso exige familiaridade com esse universo — não apenas técnica clínica geral.
- Você atende em qualquer país?
- Sim. As sessões são online e não há restrição geográfica. Atendo brasileiros em qualquer parte do mundo, com horários adaptados para diferentes fusos.
- Preciso estar em crise para começar a terapia?
- Não. Muitas pessoas chegam não porque algo colapsou, mas porque percebem que estão carregando mais do que conseguem processar sozinhas. A terapia funciona tanto para momentos agudos quanto para quem quer entender melhor o que está sentindo.
- Como funciona a primeira sessão?
- A primeira sessão é uma conversa. Você conta o que está vivendo, eu escuto e faço perguntas para entender melhor o seu momento. Não há nada que você precise preparar — só um espaço com privacidade e conexão estável.
Pronto para começar?
Me chame no WhatsApp. A primeira conversa é sem compromisso — vamos entender juntos se a terapia faz sentido para o seu momento.
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